segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009



Por mim não tinha nem anjo. A graça é. Você convive. Vai pro paredão. O público decide. O que você pode fazer? Merchan, claro. Mas o mais importante. Você tem que evitar a indicação. Pegando o líder. Convivendo bem. Fazendo aliança. A tática Alexandre, por exemplo. Não briga com ninguém. Não se posiciona. Ninguém ama. Ninguém odeia. Nunca dá certo. Neutro, na falta de opção, vai ele. Neutro, todos na casa imaginam que não tem apelo popular. E é a essência do jogo. O posicionamento dos participantes. E é o que é legal. Falam na maldição do Big Phone. Que o público nunca eliminou um participante indicado pelo telefone. Ufa, né? O telefone é um ET. Mesma coisa esse quarto. Fudeu a votação da casa. Sabendo que o Newton seria imunizado, eu fico uau. Ia todo mundo no Leo e no Ralf? Veja bem. Castigo é o caraleo. Foi uma bela imunidade que eles conseguiram.

Não gosto da idéia. Ainda bem que o Alexandre sai e podemos voltar a jogar Big Brother. O jogo de convivência e aliança. Obrigada etc.


E se o Boninho inventar mais alguma coisa. Fala sério. Faz sorteio então. Pra ver quem fica com o milhão.




Zé Mané, o mais lendário participante do forinho, nos ensinou:

SAMAMBAIAS FIRST


Tchau, Alexandre. Paredão fácil, fácil.

Acho que é tudo verdade. E ninguém tinha mesmo em quem votar. A sede de pegar o Newton é grande, pelo que parece. E agora, também, ninguém mais tem dó do Emanuel. Que, by the way, também é samambaia.